terça-feira, 4 de março de 2008

Sagrado - Nilton Bonder

Imperdivel de ler é o ultimo livro do Nilton Bonder.
Vou contar algo, depois que voce estuda, lê todos os tipos de livros ligados a espiritualidade judaica, tudo é no final a mesma coisa, palavras usadas de forma diferente, mas que dizem a mesma coisa...mas é incrivel como nunca sabedos de nada, como parece que nunca aprendemos.. ou lemos, entendemos.. ihhh?? logo esquecemos.
Ler este livro ao sabor do sol da praia, depois do Retiro em Cotiporã, foi como, sentar na frente do treinador, depois de uma partida importante e ouvir tudo que se fez de certo e errado, a gente sempre acha que teve mais coisas erradas.
Ledo engano, o Retiro foi um sucesso. Novamente mais uma oportunidade para se perceber e reescrever a propria historia. A diferenca é que hoje me coloco por inteira para mudar, pois sei que isto me aproxima da Unidade, da Luz (D´us). Que isto me faz mais inteira e muito mais preenchida.
Ler Nilton Bonder é como entrar num carrossel de criança, ficamos dando voltas, voltas..sem sair do mesmo, mas é bom... eu gostava e ainda acho graça nisso hoje em dia.
Na verdade é como a ideia da caminhada no deserto feita pelos hebreus (Torá) , caminha-se, caminha-se dando voltas e não gastando a sola do sapato.
Sao estas voltas que mexem com a forma linear de ver as coisas e que só atrapalham. De tanto ler e se repetir, tu "tonteia" e abre espaço para outras possibilidades.
Vale a pena ler, vale a pena saber que as bençãos estão sempre ali.
Mas percebam que minha leitura foi alem da critica ao livro/filme O SEGREDO, que tambem vejo elementos serpentiadores (mal) intoxicando e seduzindo as pessoas.

2 comentários:

sandra Jabamiah disse...

Terminei a leitura deste livro perguntando a mim mesma o que eu tinha entendido sobre o tema Sagrado.
Há muito tempo atrás li o Sagrado e o profano de Mircea Eliade,onde este filósofo discorre sobre a essência das religiões.
Neste livro aprendi que minha existência deveria ser "aberta" ao mundo.
Quando li o sagrado de Nilton Bonder percebi que falavam da mesma coisa qdo Nilton faz um diálogo filosófico com o leitor sobre as mentes: Mochin d' Katnut, uma Mente Estreita e Mochin d' Gadlut, uma Mente aberta.
Entendi então a sacralidade que nos envolve como ser no mundo e a sacralidade com ser estando no mundo.
O estar e ser modifica a nossa mente e a forma como vemos a fôrma das coisas existentes.
Entendo bem quando Adriana fala sobre dar voltas e voltas, eu estava assim até que entendi que mente era a minha.
Parabéns por mais este trabalho, e pela oportunidade que nos da em aprender e aprender.

isabella saes disse...

Pois é, eu também li "O Sagrado" e gostei muito. Mas, ainda não sei direito o que entendi e o que não entendi. Foi um bombardeio de novas informações. Já tinha lido "A Alma Imoral" e foi também uma grande experiência. Bom saber que não sou só eu que discorda do "Segredo" e acha aquilo uma lavagem cerebral de quinta...

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