terça-feira, 8 de agosto de 2017

ECLIPSE E A ESCURIDÃO

Voce tem medo do escuro?

normalmente temos, normalmente não desejamos situações de escuridão em nossas vidas.
A kabbalah nos mostra através de situações do calendário que a existência da escuridão é tão importante para que possamos passar para uma nova fase em nossas vidas. Os dias são precedidos da escuridão da noite, a existência de dias negativos e as datas de 17 de Tammuz e 9 de av, dias de grande negatividade.

Esta  escuridão acaba por representar a dor, a falta de alegria, situações difíceis, mas elas estão ali para nos ensinar  a transforma-las. o 9 de av nos convida para adentrar o luto, a existência do mal e encarálo de forma corajosa.

Para a escuridão falamos: “gam zu le tová” – tudo é para o bem!

Assim os eclipses, sempre assustadores para os antigos, vem para promover alguma ação, mudanças e transformação, ele acorda e ajuda a trazer grandes desenvolvimentos.

O encontro da Lua com o Sol, num casamento perfeito, nos leva a intimidade deste casal.
No caso estou falando do eclipse do sol, que nada mais é do que uma grande lunação, a lua nova! o que marca, na kabbalah, o inicio de um novo ciclo, um novo mês. Eles trazem mudanças nas áreas que estão mais paradas e que necessitam de luz e movimento.
Na astrologia devemos observar em que setor de nossa vida que o eclipse ocorre, pois é ali que teremos sinais de mudanças.. Casas e Signos!

No dia 21 de agosto, iniciamos o mês de elul sob um forte eclipse, que carregará as energias leoninas. A lua ganhará o seu poder, trazendo o poder do recebimento, o poder do feminino, que poderá ser fertilizado com os raios do sol produzidos no eclipse lunar do dia 7 de agosto.
Leão rege a liderança, a alegria, as crianças, a criatividade e expressão do ser, o amor e tudo que é bom nesta vida. Leão fala do reconhecimento de si mesmos.

Um novo ciclo dentro do contexto de elul promete a renovação, limpeza e organização de tudo o que estamos fazendo, é como limpar a casa, para trabalharmos melhor.
Vamos por a mão na massa, pois o semestre trará muitas mudanças e a entrada da luz é certa.
Elul é o sexto mês que ocorre sob a regência de Virgem!


sábado, 22 de julho de 2017

Jardim da Consciência


entro em meu jardim na busca de colher frutas de arvores plantadas por meu avô, frutas com um gosto de vida, frutas que me remetem a minha história.

O gosto de existir, de conter um sentido, que me preenche.

O gosto do amor.

Entro no jardim para que ele possa ser existente, pois através daquilo que busco e experimento o jardim se significa e ganha a vida.


e  então somos um.


quinta-feira, 23 de março de 2017

CHAMETZ.....




A IMPUREZA E A PUREZA:

“Não comereis nenhuma coisa levedada;
 em todas as vossas habitações comereis pão ázimo”(Ex. 12,20)

A proibição se faz apartir das 12 h dia 14 de Nissan.
O que é Chametz? Trigo, centeio, cevada, aveia que tenham permanecido em água durante 18 minutos. Comida ou bebida feita de um destes cereais.
É proibido o uso de panelas, pratos e utensílios que tenham tido contato com Chametzs. Os fogões devem se tornar kacher. É comum entre os Askenazim não comer: arroz, milho, amendoim, e verduras que frutificam em vagens.
Existe um ritual de busca do Chametz (Bedika Chametz), realizado após o anoitecer. Antes da busca deve-se dizer a seguinte Benção:

Baruch atá Ado-Nai Elo-Heinu MeleKh HaOlam,
Asher KideShanu Be Mitsvotav Ve Tsivanu Al Biur Chametz.
Bendito Sejas Tu, Ó Eterno, nosso D-us, Rei do Universo,
que nos ordenou a destruição do Chametz (da negatividade)

É comum usarmos uma colher de pau como receptáculo e uma pena para recolher o Chametz, com isto a colher faz o papel de uma vasilha que conterá o mau e por ser de madeira a manterá ali, sem influir no conteúdo, e o conteúdo sem influir no ambiente, a pena é usada para que não se tenha contato com a negatividade do Chametz. Depois de encontrado o Chametz escondido ou não, faz-se a seguinte declaração de Nulificação:

Todo o fermento e todo o Chametz
 que se encontra em meu poder
 e que eu não tenha visto e não tenha destruído,
 seja nulo e propriedade pública, como o pó da terra.

Quando se abre um processo ou ato que, no caso de purificação, deve-se ao final, dar por encerrado, para que nos céus e as entidades (energias de luz) possam terminar seu trabalho.
O Chametz será queimado na manhã seguinte. Sua queima é o Din (julgamento).
Quem faz a busca não deve conversar, apenas estar concentrado nesta limpeza, para que a mesma ocorra.
Queima do Chametz: Realiza-se até uma hora antes da permissão de comer o Chametz. Queima-se em forno ou fogueira e diz-se:
Todo o fermento e todo o Chametz
 que se encontra em meu poder
 e que eu não tenha visto e não tenha destruído,
 seja nulo e propriedade pública, como o pó da terra.

São vários os símbolos do desejo de receber para si, que representam o mal e a impureza, o pão é um destes elementos (levedura), pois possui uma natureza metafísica semelhante a esta energia, por isto existe a idéia da necessidade de repartirmos o pão.
A massa fermentada tem como principal característica crescer e inchar, azedando levemente, simbolizando o orgulho e a ostentação, raízes da prática do mal.
Devemos limpar todo o mal uma noite antes do Seder, quando iremos receber a luz da consciência e liberdade (a revelação de D-us). É costume esconder 10 porções de Chametzs na casa (correspondendo as 10 sefirot), o que assegura que a busca foi detalhada e para que não se diga nenhuma benção em vão, e assim agir física e metafisicamente.

Existe uma semelhança nas palavras (estrutura metafísica similar): Chametzs e Matza (alimento de fé), uma é escrita com o Chet, a outra com Heh. Isto denota que a matza contêm menos desejo de receber. Pois o Chet simboliza a palavra corda (Chevel), desejo (Chesek), pecado (Chet), em seu hierógrifo temos uma abertura da letra para baixo, representando o norte, que está aberto recebendo todo o mal ou o bem, abri portas para o livre arbítrio. Nesta casa fechada é onde se guarda e recolhe os bens para uso próprio. Representa Yesod (passado, ego, influências), os órgãos masculinos, as duas pernas representam os ductos de saia de resíduos (mal) e de esperma - reprodução (bem). Representa a “besta”- o quadrupte que olha de perfil, a violência, o rudimentar do animal. Esta letra não consta nos nomes das tribos sagradas.

Enquanto isto, aletra Heh, nos traz o nome de D-us, o nome de Abraão que foi completo com está letra, fazendo-o inteiro e igual a D-us. Representa a ação, o movimento (braços e pernas), sua palavra é o artigo O, iluminar (Hair), foi a letra usada por D-us para criar o mundo, pois aparece duas vezes no nome de D-us (tetragrama). Simboliza os 5 níveis da alma, os 5 dedos da mão, aquele que mantem a posse, aquele que constroi e que estende sua mão. A letra simboliza o real e determinado. Como completa palavras no feminino carrega tudo aquilo que expressa o amor e a paixão do Homem. Por seguir a letra Dalet, mostra que a porta aberta deve ser aproveitada por outras pessoas.

Além do que a matza é plana e compacta, sugere a humildade, recato e o auto-controle.
Falar a benção faz com esta atue como cabo de transferência metafísica para alcançar e ter os objetivos. O uso da vela está ligado ao desejo de receber e compartilhar (luz).
A 1º etapa da destruição das impurezas é a etapa de Malkut, do reino, da carne, o que acaba por representar as klipot pessoais, e assim sucessivamente, onde cada impureza representará uma parte de nossa vida: O corpo físico, os sentimentos e emoções, os pensamentos, o ódio, a raiva, a vaidade, o poder e domínio sobre os outros, a injustiça, a rigidez, a entrega excessiva e as intenções negativas.

Os diferentes aspectos de Pessach faz com que possamos fazer diferentes tipos de conexão com a força, sua natureza é o equilíbrio entre as colunas da esq. e dir.
Nos conectamos com a estrutura das dez sefirot, é uma transferência de energia.
A coluna central tem um papel especial. Este é o simbolismo das ombreiras de porta, pois representam um sistema completo de 3 colunas, que foi nos dado para nos permitir a libertação.

O preceito mais importante deste momento festivo, ou momento cósmico é o do pão ázimo, ou Mátza, além de ser a época de nossa libertação (Zeman Heiruteinu), pois está ligada a coluna do meio.

“... e passarei por cima de vós e não haverá entre vós praga para destruir-vos...”(Ex. 12,13)

A partir desta passagem a idéia de oferenda pascal acontece para recordar suas promessas.

Pessach marca a colheita da 1º safra na terra de Israel, sendo a cevada a principal.
“Sete dias comereis pão ázimo”(Ex.12,15)


Característica da Matza: feita com água e farinha, seu tempo de preparo e contato água + farinha não deve passar de 18 min.

domingo, 5 de março de 2017

PURIM.....




Qual a tradição de Purim?

Ler a historia, chamada de Meguila de Esther. E antes da leitura devemos rezar:
"Harajaman Hu Yaase Lanu Nisim Veniflaot Kemo Sheasa Laavotenu Bayamim Hahem Bezman Haze, Bime Mordajai.... (O D's clemente nos fala de milagres e maravilhas que fez a nossos antepassados em nossos dias, nesta festa, no tempo de Mordechai...)”

Lê-se também o Salmo 128 e no dia 24 o Jejum.

 Purim possui uma festa considerada como um Carnaval (Baile de Mascarás).
A palavra significa Sorteio.
Purim deriva de PRU = frutificai e multiplicai, pru significa fértil, mas também indica Pirumim, migalhas

A historia da Rainha fala em detalhes sobre a doação de presentes e caridade, traz segredos de como vencer o mal, as energias de aniquilamento. Para a Kabbalah isto é um código de como nos conectarmos com a energia do momento e destruir todo o mal que nos acompanha, assim é costume fazermos neste dia caridade, damos presentes, fazemos coisas boas para pessoas necessitadas e/ou amigos, para alegra-los. O importante é lembrarmos que toda e qualquer caridade ou presente deve ser dado de coração e recebido com desejo.
Quando damos algo e aquele que recebe acha que não merece ou se sente mal, entramos em contato com o pão da vergonha, e com isto, não revelamos luz! Assim é o que ocorre com a gente, desejamos algo, e ao ter perdemos, ou não conseguimos conquistar algo, isto por que o Pão da Vergonha esta ali. O não merecimento.
Neste período podemos combater este obstáculo que nos impede de sermos felizes.
Existem três obrigações em Purim, ler a Meguilá, fazer caridade e ter alegria.

A festa de Purim, tamanha é a energia que nos chega que ela é conhecida como a festa da Alegria, do riso. Diz-se que ela é a festa do corpo, enquanto Yom KiPurim (dia do Perdão) é a festa da alma!
Este é o mês do riso. “Antes do milagre de Purim  D'us escondeu sua face” – o nome de D'us não aparece no livro de Esther. Esconder a verdadeira identidade, ser outra, revelar-se através da essência. É a percepção entre o Eu e o Ego. Dizem os sábios por causa disto: Bebe-se em Purim até o ponto de não saber mais diferenciar entre o bem e o mal, entre o Ego e o Self  (corpo e alma).
Em Purim estamos levando nossa consciência para os nossos desejos físicos, para tudo que esta na memória física, um outro eu, que atua em nossa vida sem nos darmos conta. Em Purim, nos soltamos de nossos medos, culpas, magoas e desconfianças, por isto, bebemos até não conseguirmos diferenciar e nos soltar destas amarras que nos sufocam.


Purim é quando o Eterno nos dá, ou mostra o que está para acontecer, como diz à frase:
"Eterno antecipa o remédio da enfermidade”, pois abrem as possibilidades que o mal/corpo/desvios não deixavam.
Conforma a tradição nos conta, Moshe instituiu este dia como um dia de invocação e ajuda de D’us  para a salvação.
Mas que salvação? Haman, bandido da historia é como Amalek, personagem da Torá, eles representam os arquétipos do mal, representam toda e qualquer energia que nos deseja aniquilar. A duvida, os conflitos, a fragmentação interna, toda e qualquer energia que nos coloca em conflito, cheios de raiva, vingança, medo, culpa, que nos tira de nossas verdadeiras crenças, quando trocamos ou ficamos inseguros de nossa identidade ou essência espiritual, e assim, ficamos expostos ao perigo de Amalek/Haman (diríamos que são códigos para o que Jung chama de Complexos).


“ Caso te sintas angustiado, precisas saber que este sentimento não nasce em ti, ele te chega do exterior, ele te é comunicado por amalec, um enganador...Então lembra-te da lição de Purim: Obriga-te a estar contente apesar da situação e verás  a muralha da tua angústia ruir como uma miragem...” Rebe  Nachman de Breslav

Assim veremos que estes tiranos são apenas enviados da mão de D'us (Providência Divina), para nos lembrar de nossas obrigações e de nossa ligação com Ele.


Purim é um ritual de transformação, onde passamos a ocupar uma outra identidade, a mascara pode ser encarada como uma forma de chegarmos mais próximo de outras facetas nossas, reconhecer outras faces do ego, ou simplesmente ele serve como uma proteção da luz divina, ou ainda, a mácara tem a função de nos esconder, isto porque, em Purim bebemos ate não mais diferenciar Mordechai ou Haman, bem, quem é Haman, ou Mordechai, podem ser uma só pessoa??? Podem representar nós mesmos, abençoados e amaldiçoados.



Chag Sameach – Feliz Festa!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017





Dentro do mês de Adar, através das energias de peixes, a espiritualidade mais alta nos convida para uma festa, que nos permite grandes transformações – um convite ao trabalho espiritual.

PURIM nos convida para um sorteio. Entre o bem e o mal.

ANDE CONFORME O CALENDARIO CABALISTICO



Tanto a Torá Escrita quanto a Oral se iniciam com uma distinta percepção da importância do tempo.

Estar ligado ao calendário é ter a sua consciência espiritual. É estar sempre estando em estado de recebimento de uma luz maior, mais elevada, que irá te beneficiar em todas as áreas.

Depois do pecado original, D'us dirigiu-Se a Adam com a pergunta: "Onde está você?" A determinação pessoal de onde ele está na vida começa determinando-se onde ele está no mundo, tanto física quanto espiritualmente. Na Kabbalah, é explicado que a dimensão de tempo é o que conecta a dimensão do espaço (a localização física de alguém) à dimensão da alma (a localização espiritual da pessoa).

O calendário nos dá uma direção no tempo e espaço, nos coloca ligados a todos os aspectos da natureza, ao cosmos e a tudo que existe na terra, quanto no céu.

Ele irá nos mostrar momentos em que a LUZ, D’us está em contração ou expansão, isto é quando as bênção recaem sobre nós e que tipo de bênçãos. Com isto poderemos perceber o melhor momento para isto ou aquilo.

Para a kabbalah o calendário nos mostra momentos exatos que podemos nos conectar com a inteligência cósmica, onde o céu se abre.

Temos, então, ciclos de dias santificados, solenes, festivos, semi-festivos ou até tristes. Temos o Shabat a cada sete dias, o Rosh Kodesh(cabeça do mês) – um dia semi festivo, que é o inicio de cada mês, que se dá com o primeiro fio de luz da lua. E as datas festivas que fecham um ciclo de evolução, oportunidades e movimentos espirituais.



CONHEÇA UM POUCO MAIS......

Pêssach (Páscoa), Shavuot (Pentecostes-festa das semanas) e Sucot (festa das cabanas), as Três Festas de Peregrinação, são dias festivos (Yom Tov), lembrando respectivamente o Êxodo do Egito, a Outorga da Torá no Monte Sinai e os quarenta anos de perambulação pelo deserto.
Há seis jejuns obrigatórios no decorrer do ano: Tsom Guedalyá (dia 3 de Tishrei); Yom Kipur, (10 de Tishrei); Dez de Tevêt; Taanit Ester (13 de Adar); Dezessete de Tamuz; e Tish'á Beav, (9 de Menachêm Av).

Para começar, por que precisamos de um calendário? Isto é fácil: para lembrar as datas importantes das festividades, saber com antecedência o dia de nosso aniversário e etc, etc. O calendário marca momentos importantes, passagens, PORTAS.



De que modo este calendário se distingue? O calendário judaico é lunissolar, i.e., os meses seguem as fases da Lua, porém leva-se em conta as estações do ano.



PURIM

Neste mês, décimo segundo mês do calendário, isto é, ultimo mês de um ciclo. Chegamos num ponto, em uma maturidade ou numa “estação” em nossas vidas em que necessitamos nos abrir, nos entregar, descobrir. O Oculto sai da escuridão! Há revelação e contato com o mundo espiritual. Os inimigos ocultos se revelam, são revelados. O mundo espiritual atua com mais força. Por que? Por que em breve, na próxima lua, entramos num novo ciclo.

O que é ou está oculto? Pode ser muito sutil para alguns, para outros é um período de grandes revelações. E um momento de grande revelação onde os véus que separam os mundos caem é em Purim.

A idéia é: como se não houvesse separação entre o mundo espiritual e físico. Mas o espiritual não é explicito e nem pode ser, por isto usamos mascaras, que nos protegem, pois a luz de Purim é muito forte e nos revela.

Dia 4 a noite, comemoramos Purim. Um dia antes fazemos um jejum de purificação e desconexão das energias negativas. No dia da festa lemos a História de Esther! Através de sua conexão limpamos as cascas de desvio e destruição, revelamos nossos inimigos.


E saiba mais.

Na próxima lua crescente começaremos um novo ciclo, um novo mês – o mês de Nissan, e todo o calendário vai nos levar para um desfazer, um limpar o guarda roupa, arrumar a casa, limpar tudo para ocupar com coisas novas. Não ande sem pensar ali na frente, também.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

TU BISHVAT - ano novo das Árvores

Em nosso calendário cósmico, cada acontecimento são chaves
importantes, que abrem portais internos para que algo novo possa vir a acontecer.
Todos os anos passamos por um dia em que concentramos nossas atenções às Arvores, à natureza, às plantas e neste dia nascemos com as árvores.

 Na tradição Cabalística encontramos uma base de tempo diferente do calendário  Ocidental (gregoriano). Um calendário marcado por acontecimentos cósmicos e que tem relação com aquilo que foi dado pela palavra Divina, que consta na Tora (Pentateuco). Todas as festividades e festas são marcos do tempo e o olho desnudo  não consegue observar os marcos astrológicos, cosmológicos e psicológicos que surgem. Com isto cada data representa uma oportunidade para fazermos grandes mudanças e transformações internas.
O calendário cabalístico é baseado na Lua e no sol. Os meses tem seu inicio com a Lua Nova, e seu auge se dá com a lua Cheia, isto é, o dia 15 de cada mês.
No dia 15 de Shvat estaremos comemorando o Ano Novo das Árvores.
Em várias passagens Bíblicas reconhecemos a importância das árvores, desde o
Gênesis, quando é colocado dois tipos de Árvores na frente de Adam e sua mulher, até os mandamentos, onde o primeiro dos 613 a ser praticado ao entrar na terra de Canaã foi: “E quando entrares na terra prometida plantarás toda a espécie de árvores” (Lev 19:23). D'us ainda adverte o homem: “Quando conquistares uma cidade, não derrubarás suas árvores” (Deut 20:19).
A Árvore tem acompanhado diversas mitologias e crenças, participando do mundo lúdico do homem, pois carrega dentro de si a verdade. O inicio, meio e fim.
Possui simbolicamente o desejo e a busca do homem em crescer a partir de uma semente (origem), e derramar seus ramos, folhas, frutos e flores.
 Neste período, no oriente médio, as chuvas cessam e dão espaço para que as árvores  e plantações brotem seus frutos, trazendo um novo ciclo.
 Dizem os Rabinos que nesta data as árvores são julgadas e seu destino é  determinado: quais viverão e quais morrerão, quais florescerão e quais murcharão,  quais serão destruídas pelos vendavais e quais resitirão a todas as tempestades (R. Henry Sobel).

 Kabbalisticamente, esta é uma data muito especial, não somente referente as  árvores, na qual devemos ter uma relação especial de “troca” e amor, mas refere-se  a cada um de nós. Somos constituídos de uma alma e muitos outros corpos, ou uma  alma que possui muitas expressões, e uma delas está ligada a alma vegetal e a  capacidade dela de “explodir” para a vida. É uma data que nos ligamos ao Divino,  na busca de confiança em ser uma árvore e a certeza de sermos uma semente. É um  novo ciclo que se inicia em nossa vida, onde os potenciais são as nossas sementes.






 Na Palavra Tu Bishvat, Tu é constituído das seguintes letras do hebraico: Teth (9) e Vav (6), que tem valor numérico igual a 15. Alude ao segredo do nome de D'us  (Tetragrama) = Yud (10) + Heh (5), que é o segredo da Arvore da Vida (Etz Chaiim) e o nível mais alto da  Criação – princípio da vida.
Esta é uma data que nos faz recordar da importância das leis ligadas aos frutos, do dizimo, da proibição de comer a fruta das árvores durante os seus primeiros 3 anos. A redenção das frutas (4º ano) e a Shemitá (ciclo de vida que cada coisa criada possui).
É comum entre os kabbalístas realizar o seguinte ritual: a ingestão de frutas
(12), enquanto entoam canções de louvor de agradecimento a D'us e estudam
porções da Tora e do Zohar.
Tu Bishvat nos faz estarmos mais consciente da unidade que existe entre Eu e a árvore, entre eu e a natureza, logo quando colocamos fora um semente estaremos desprezando uma vida, um potencial, de uma árvore ou nosso.
Neste dia cumprimentemos as árvores, abracemo-las e agradeçamos pela sua existência, a ela e a D'us, Bendito Seja Ele, criador de todas as coisas.

 
Baruch HaShem (Amem).



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

“QUEM É UM HEROI? AQUELE QUE CONQUISTA SEU INSTINTO.
QUEM É RICO? AQUELE QUE SE CONTENTA COM O QUE TEM.
QUEM É SÁBIO? AQUELE QUE APRENDE DE TODAS AS PESSOAS.





Queremos melhora nossas vidas! Querermos prosperar e nos tornar pessoas melhores.....

Kabbalah é um conhecimento, um estudo que nos leva a UMA BUSCA de perguntas e RESPOSTAS, para conquistar um vida BEM MELHOR!

Kabbalah é o conhecimento da vida... um conhecimnento que revela, o que você, na maior parte das vezes já sabe, mas está escondido... por isto que Kabbalah é REVELAÇÃO.

Podemos escrever Cabala, kabbalah, kabala.... ela é uma palavra Hebraica que deriva da raiz – um verbo LECABEL – RECEBER.

Atraves dela podemos perceber e exoperiementar outras realidades e possibilidades da Vida, experiementamos a Divindade no Mundo. Seu estudo nos leva a dimensão interior da realidade, a sua dimensão interior. Ela traduz o metafísico.

A busca da Kabbalah é a revelação da Verdade e aproximação com a divindade – a energia  e inteligência de criação. E isto é o que chamamos de Ein Sof! (nada Absoluto – forma como na Kabblah chamamos D´us).

A base de seu conhecimento é a Torá e livros que derivam dela, através de grandes sábios e estudiosos – que atr5avés de uma leitura plena da vida RECEBERAM  o conhecimento, abriram sua mente e seu corpo para ir mais longe.

Descobrir os segredos de como tudo funciona é descobrir como agir e ser nesta vida!

A Kabbalah  traz respostas para nossas duvidas mais profundas, nos coloca no mundo da Lucidez, desperta nossa criatividade, nos tirando da escravidão mental. YTraz transformações significativas, onde aprendemos a ter outros olhos para a vida, ytrazendo confiança, fé e sentido.


COMO A KABBALAH VÊ O MUNDO

2 realidades – e tudo está acontecendo e tem um sentido na realidade que você não vê!  O que você vê é uma parte, limitada, e sempre a conseqüência.  

Entender e estudar esta realidade que não vemos é o objetivo! É o DESCORTINAR o Místico, o oculto... mas é oculto enquanto nossos olhos não vêem e nossa mente não racionaliza! (dá um corpo).

A dimensão interior é a dimensão oculta. Seu conhecimentos deriva da alma da Tora, ds espaços em branco... para captar o que está ali, necessitamos quebrar a mente apriisiionada em conceitos, adentrar nas múltiplas dimensões de tudo!
O livro, assim como a vida, está escrito em letras negras sobre letras brancas....
As letrtas negras – grifadas representam o corpo e as brancas representam a alma, a essência... nem todos veem.


Existe uma origem de tudo, ela é chamada de EIN SOF.
A Expressão do EIN SOF é chamada de LUZ (Òr)
E a luz se expressa por etapas imprimindo suas características em cada etapa, estas etapas são chamadas de forças, dimensões, aspectos emocionais da luz, aspectos da luz.... e são conhecidas como as sefirot.

No processo de criação D´us operou e,m 32 caminhos ( 10 sefirot e 22 letras hebraicas) – estes são os canais criativos e conscientes do processo da criação – estas formam todas as combinações possíveis e permutações com as quais D´us criou o mundo... com letras, palavras e frases.

 Elas estão em tudo...e nossa vida depende delas, comoórgão de um corpo, são faces, partes da criação , do Todo, de D´us.
 D´us para nós é Tudo e o Todo!

A Harmoonia e o bom funcionamento de cada dimensão e força, ou expressão desta vida nos traz harmonia... nós somos s árvotre e ela representa a nossa conquista espiritual e física!

A nossa harmonia começa quando unimos a realidade invisiivel com a realidade visível –a matéria e a espiritualidade, corpo  e alma.

MESTRES

Muitos foram os sábios que fizeram isto e nós buscamos traze-los até nós para que continuem seu tranbalho, compartilhando com cada um de nós sua luz, seus ensinamentos

Rabi Shimon Bar Yochai

Explicou cada parte desta vida e da vida em outros planos, recebeu e revelou o Zohar

Rabi Itzchak Luria (Arizal) – Ari HaKadosh
Explicou as etapas da criação
 O tzimtzum
Segredos das almas, propósito, a queda da alma de Adam
Retificação das almas – Tikun

Moshe Cordovero
Misticismo Sefarad



BalShem Tov – cabala de BeshtChassidismo

Focou mente e coração

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Mês de Shvat - 11°


A cada mês, os ciclos da Luz desce de diferentes aspectos divinos, chamados Sefirot, fazendo com que  possamos completar um ciclo de tikun através dos 12 meses, despertando e elevando as centelhas de luz em cada mês.
De Chokmah descm os elementos  criativos, a inovação, mudança e revolução. Dele as energias divinas acordam a constelação de Aquário e o planeta Urano-saturno, que derramam em nós uma chuva elétrica de letras, chaves para que possamos abrir as portas da libertação.
Aquário nos convida para o viver esta libertação através da luz, que evoca o auto conhecimento e a individuação. Este mês é conhecido por Shvat (shin, bet, teth = 300,2,9), ligado ao signo de Aquário (D'li), que corresponde a vasilha que irá conter a individualidade, as necessidades etéreas da alma.
Com as mesmas letras que escrevemos aquário, em hebraico (Dli –Dalet, lamed, Yud) também escrevemos as palavras (ialad) produzir, (ield) parir, (ilud) recem-nascido, o que mostra o quanto neste período D'us nos prepara para o novo, um novo mundo. Por isto a excentricidade, os seres promissores, pois é o aquário que traz novas idéias e captam as vibrações superiores do céu e da terra. Contemplando as analogias universais – vendo tudo diferente dos outros.
Neste mês, no dia 15 de Shvat, na Lua cheia, comemoramos o Ano Novo das Árvores (Tu Bishevat), isto torna este período um momento ecológico, onde nos ligamos a semente que necessidade brotar, mas para isto necessita encontrar condições para tal. Com isto, neste mês trazemos o segredo da semente, ligada ao numero 15, que é a união do masculino e do feminino. Neste mês necessitamos conhecer o equilíbrio entre as forças, pois aquele que está centrado pode retirar-se das suas escravaturas.
Neste período Aquário traz a consciência que surge das transformação da água, pelo fogo. Um ferver para transformarmos em vapor, mudança de estado. Isto significa que o mês pode trazer algum tipo de crise interna, onde rompemos com algum tipo de
sentimento que nos acompanha (medos..) e nos prende. Por isto temos a oportunidade
para nascer com  a nova semente, de TuBishvat.

É um período positivo para a realização de novos projetos. 

A Era de Aquário é marcada por esta energia, onde aprenderemos a enxergar as outras pessoas, trazendo um momento de união e compaixão para os nossos semelhantes –  unificação. Tudo será percebido como um elemento integrado, com isto traremos a revelação do Todo e da ligação entre tudo, isto é a chamada “consciência Messiânica”. Um período para termos contato com a oportunidade de corrigirmos os acontecimentos do passado (Tikun) e ficaremos livres do Satan e da fragmentação.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

PAÍS!!!!! PAROU...PAROU POR QUE!!??



E o País Parou......A aparente estagnação está assustando à todos!!
Sim... é aparente, pois esta estagnação está ocorrendo somente no plano físico,  e devido ao fato que nosso olhar está tão fixo nesta realidade, parece que tudo, absolutamente tudo está parado!
Para a kabbalah esta realidade é a realidade do 1% e tudo isto que estamos vivendo, também e obra da contra inteligência.
Nosso apego à fisicalidade e a construção de uma realidade somente voltada para a matéria é obra da contra inteligência.....

Imagina um mundo que foi criado com uma lente que vira tudo, inverte todos os pólos!
E agora a crise é uma mudança de pólo, uma mudança de lente, onde precisaremos ter um novo olhar.
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Vivemos um momento de forte transformação, para quem quer e quem não quer...e para quem quer mudar a política, economia... deve aprender a mudar-se em primeiro lugar....isto é, tentar romper com o olhar tão envolvido com o externo!
Existem alguns conceitos dentro da Kabbalah, veja isto:
Somos responsáveis por tudo que vivemos.
O que está dentro está fora.
A realidade física é só um pequeno pedaço da verdadeira realidade, e esta realidade(física) é a consequência.
Vemos e contatamos externamente uma dimensão que está dentro de nós, mas ela aparece com disfarces, nuanças e “mascaras” colocadas pela contra inteligência (satã).

Para mudar precisamos adentrar a CAUSA! O mundo da causa.
E como toda a realidade está dentro de nós, através de uma caminhada em camada, pós camada, vamos chegar num ponto, onde nossa consciência atinge a consciência UNA, e toda e qualquer transformação do Eu é do coletivo! E a cada camada que adentramos, mais e mais teremos influencia sobre o ambiente.
Mas o que ocorre é entender o que este momento está nos dizendo, o que a D´us deseja?? As transformações são profundas, cirúrgicas, o que mostra que esta situação( país e mundial) não será resolvida tãooo cedo, pois ainda não despertamos totalmente a consciência!
Há um mal no Mundo, há, o mal do Egoísmo! Egoísmo que destrói! Mas todos nós temos esta fagulha de terror dentro de si. Desejos e impulsos, pensamentos e  sentimentos egoístas, que trazem a cegueira completa.
A Cada dia a Luz quer entrar neste mundo, quer entrar em nós, e a cada dia esta mesma Luz, mostra as verdades que estão na nossa volta e dentro de nós.
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A nova ordem é buscar a Fonte da criação, da abundância para nutrir o teu mundo. Para isto, precisamos entrar para dentro, encontrar no interior um novo mundo, novos caminhos....desejos....
Lembre: tudo o que vivemos é a nossa revelção da Luz...e o que estamos revelando?...por isto precisamos mudar o nosso desejo....para mudar o que estamos revelando.





quinta-feira, 5 de janeiro de 2017



Na Escola de Kabbalah aprendemos que existem dois mundos, dois níveis de consciência, a consciência da incerteza e a consciência da certeza. Em qual as pessoas se encontram?
Fala-se muito de consciência, mas o aluno, muitas vezes não consegue compreender o que é a consciência, e assim, não consegue abrir a porta da escada e começar a sua subida e transformação de "Consciência". 
 A consciência é a luz que existem em cada um de nós e que age em nossa mente, é ela que ilumina o cenário que as pessoas vivem. E cada pessoa tem o seu cenário, e dentro do cenário maior há muitos pequenos cenários, e cada cenário se apresenta conforme a luz que lhe é projetada. Aquilo que a pessoa vê, sente, ouve...interage, com os seus 5 sentidos  é o que está na consciência, neste momento.




A consciência do ser humano vê uma realidade, onde, na maioria das vezes está presa somente naquela possibilidade, naquele cenário, e assim, "Escravos fomos do Egito", e o nosso despertar através de AIN, LAMED, MEM.*



Consciência é estar ciente daquilo que os 5 sentidos estão interagindo. 
Agora imagine que existem outras cenas, outros cenários, mas que as pessoas não estão cientes, conscientes....estão até inconscientes! 
Imagine que existe uma força, uma inteligência que expõe e mostra estas outras possibilidades. Ela é chamada de Luz, pois é a Luz que mostra o que se encontra na escuridão, na inconsciência. 

Ok, agora estamos começando a compreender, o que a Escola ensina, pratica e lembra e relembra para cada um de seus alunos. Vamos além da motivação, além do conhecimento, além do além...pois é necessário plantar a semente que abre esta porta, e possibilita a seus alunos de fazer as conexões através da construção de uma escada que sobe e desce em diferentes realidades e mundos, pois o acesso à Luz é o grande trabalho, chamado de HavodaHaShem! 
E este é o segredo do povo judeu? Este é o segredo dos cabalistas....dos avatares...dos grandes sábios. 
E o segredo maior é a manutenção de uma nova consciência, a consciência da certeza num mundo onde a maioria tem a consciência da incerteza. 

E no final a pergunta que fica é como abrir estas portas? 
Como mudar a nossa consciência......?

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Agora você está entendendo os caminhos do curso A Semente da Criação - olham atziluth ( o mundo da emanação) , que inicia na segunda dia 9 às 19:50. 

Nele a Escola trará o conhecimento e as práticas para abrir estas portas. São conhecimentos que não são trabalhados pelas escolas americanas, mas espanholas, onde Abulafia, rabi Nachman e muitos outros. 

Participe deste momento. Agora é a hora! 
Conhecimento, entendimento e orientação 

Professora Adriana Finkelstein 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

AI QUE RAIVA






Existem sentimentos comuns e básicos...estão ali, dentro de nós, na espreita.
Há um Cain em nós, há um Hevel em cada um de nós.
Do Cain deriva nossas raivas, impulsos que sobrevêm da falta, das frustrações diárias.
A cada dia somos obrigados a nos sentir preenchidos, não há permissão para as faltas, as sobras. Não podemos esperar, não há permissão para aguardar, é preciso ser satisfeito imediatamente. Não há saídas, não há criatividade...é aquilo e fim......No final de tudo o que sobreveem é a raiva.....
Impulso que nos toma, posr não sermos satisfeitos....como Cain, é como se D’us não olhasse para nós, não aceitasse a nossa oferenda.
Raiva que se origina no fígado, morada do demônio e da sacralidade, Kaved em hebraico, igual a Kavod – Glória.
Impulso de sobrevivência e defesa, sentimento que aquece, calor e fogo. Que escondemos de nós mesmos.
Raiva que vem da ferida que sangra em nosso peito, por falta de amor, por falta de merecimento.

Raiva que temos de nós mesmas....e quanto mais raiva temos de nós , mais adoecemos, mais nos agredimos, mais doenças psicossomáticas, mais doenças auto imune...
Você pode explodir sua raiva ou implodir. Na maioria das vezes implodimos, pois é feio, fora de ordem, amoral explodir. Então deixamos a raiva implodir.

Quantas vezes me vi com raiva, mas nunca conseguia me dar conta que era raiva.
Quando as coisas não acontecem como eu quero, quando aquele parente, funcionário faz ou fala algo, ou não faz o que queríamos...dai me contraio, fecho.
Diz o Tânia, D’us criou forças que ocultam a força vital, estas são as klipot. E estas deram origem a Nefesh, a alma animal, instintiva que o corpo possui. E dentro dela encontramos 4 maus. 4 que derivam dos 4 elementos – fogo, ar, terra e água.
A cólera e orgulho derivam do Fogo, pois são energias que se erguem para o alto.

Raiva é idolatria. Raiva é o resultado de um corte profundo, uma separação dentro de si, onde o objeto desejado ganha uma importância fenomenal. Algo fora de nós está nos governando!!!

Precisamos pensar sobre nossas raivas, que contraem cada fibra muscular trazendo dores físicas, fechando para o recebimento de luz – bênçãos. A Raiva nos conecta com toda a falange vinda de Cain e sua negatividade.
É preciso conectar-se com o PERDÃO...e com o AMAR A SI MESMOS......

Está na hora!
Códigos que nos ajudam a combater a Raiva!





- Quando ficamos com raiva, o ritmo cardíaco, a pressão arterial e a produção de testosterona aumentam, o cortisol (o hormônio do estresse) diminui e o hemisfério esquerdo do cérebro torna-se mais ativo.
A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Valência, na Espanha, que analisou as mudanças nas respostas cerebrais, cardiovasculares, hormonais e cerebrais quando ficamos com raiva.
“As emoções geram alterações profundas no sistema nervoso autônomo, que controla a resposta cardiovascular, e também no sistema endócrino. Além disso, ocorrem mudanças também na atividade cerebral, especialmente nos lobos frontal e temporal”, explica Neus Herrero, principal autor do estudo.

ECLIPSE E A ESCURIDÃO

Voce tem medo do escuro? normalmente temos, normalmente não desejamos situações de escuridão em nossas vidas. A kabbalah nos mostra at...