sexta-feira, 2 de maio de 2008

Destino...


Que destino que devemos fazer, somos filamentos de D´us, servimos ao compartilhar que nada mais é do que transformação.
O que pensar quando coisas não acontecem como a nossa mente-agenda se programa?
Ser reativa é uma opção, mas tem outras, entregar-se a situação. E entregar-se não é ser passiva, é sentir que você não tinha uma simples vontade de buscar aquele destino que você se preparou, e ficar bem. Pode ser acomodação, ficar situado em zonas de conforto, mas com sinceridade de coração e honestidade, uma conversa interna pode fazer com que se consiga compreender que aquele não era o momento exato daquele acontecimento.

Quando as pessoas me perguntam sobre destino, sinto que querem saber .. “ eu sou livre”? a resposta é NÃO!
Vivemos numa rede e por estarmos nesta rede nossa caminhada é quase vigiada, é como se estivéssemos presos a fios, nossos passos são limitados, pois necessitamos levar um monte de coisa com a gente. Ou você faz o movimento ou você é movimentado. Bem daí você escolhe que destino que queres ter de carregar, de responsabilidade de ser a causa ou de ser a vitima, conseqüência e ser carregado??

Que o destino nos toque para que desperte em nós a nossa consciência.

Mas que ser pega de surpresa pelo destino é estranho é, a sensação inicial de “nesguid” ( mal estar em idish). Quando o destino nos pega sozinhas, é como ficar parada no meio do movimento da vida e todo mundo vivendo, andando, menos tu! É uma sensação de sair daquele tempo espaço. Mas quando você não esta sozinha, é como se aquele momento pertence a vocês. Não fica a sensação de perda, mas de continuidade, e assim ficou.....
Continuamos nosso movimento, movimentando a rede, a vida, sem sermos vitimas, mas donas de cada situação, cada vez mais donas.

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