quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



O abismo que tanto se apresentou nos livros e que não tinha sua compreensão, agora se apresenta com sentido e propósito. Num ponto de nossa caminhada caímos no abismo e lá estamos.

O abismo nos convida a queda da consciência, a separação e distanciamento da luz da arvore da vida. Ele é o convite a angustia para um novo amanhecer. E neste amanhecer surge uma nova ordem, uma direção é estabelecida. O abismo que possibilita o reconhecer, é a separação, um estar longe da minha casa, do útero, da estrutura segura, é aqui que construo o meu saber – saber sobre si.

Caímos no abismo, saímos da luz, entramos na escuridão, sentimos o vazio, mas o vazio nos possibilita o exercício do preencher, a ação em busca de uma união, aquilo que nos preenche, e o preencher é individual.

A separação nos possibilita a reconciliação e o reconhecimento em busca da união. Saímos da arvore da vida e caímos na arvore do conhecimento do bem e do mal. E conhecimento não é saber! Mas o saber é o convite para a consciência.

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