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Mostrando postagens de Fevereiro, 2010
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A pedra se desmancha
As memórias são liberadas...
A casa não protegida, pobre é invadida.
Agora é preciso mudar.

De dentro de ti, da tua casa sai o melhor.
Proteger a entrada
Proteger a saída
Anjos, arcanjos
Querubins
Guardas celestiais
D’us que guarda as Portas
El Shaday
Que venham

Acima
Abaixo
Direita
Esquerda
Frente
Costas

E quando estiverem prontos: anunciem.

Poder que corrompe
Inveja que destrói
Luta política de um passado que insistem em ser revivido

Abaixe as vidas passadas
Viva no hoje e no agora
Entre em ti
Aceite a ti mesmo
Ame-se
Respeite-se
Venha, volte para si mesmo

Teu corpo desta vida é a tua casa!

Volte, “shuv” – retorne.

Agora desça desta árvore para o mundo do AQUI.

Tempo Bom...Tempo Ruim

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foto blog guga barbará

A vida como um palco da lei do verbo está sempre em movimento, bom e mal. O mal não é percebido neste mundo como algo bom, mas é. A vida como verbo nos surpreende, em nosso egoísmo nos atrapalha. Mas não existem descansos neste momento, mas muito trabalho e ação. A vida em movimento nos tira de nossa zona de conforto, nos oferece ciladas, desafios.

O coração aperta, o desconforto aparece, maus pensamentos, julgamentos, normalmente não aceitamos alguns movimentos, quando eles saem de nosso controle.
Acusamos, lutamos contra, não olhamos nossos atos, nossos erros, nosso próprio egoísmo.
É preciso ser justo, estar conectado as energias da sabedoria, da coluna da direita.

Derrepente nos descobrimos mergulhados num mundo de desejo de querer para si, onde todos na sua volta estão tão carentes, estão tão necessitados que ninguém oferece, ninguém pode ajudar. Lembro da história que o Rabino Nilton Bonder conta sobre a diferença entre o céu e o inferno e esta é a diferença, n…

hora dos nossos Comerciais...

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VENDE-SE FILHOTES DE YORKSHIRE


MACHOS E FÊMEAS



..e já estudiosos da kabbalah!



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Sábia Morte!

A morte nos sobreveio
Como que de surpresa
Me avisava todos os dias
Mas sempre é surpresa
A morte veio e com ela veio a vida
Não existe fim sem começo
Mas nos agarramos na morte
Por que morte nos leva algo
Coisas, pessoas, jeitos de ser, padrões, vícios, manias...
A morte sempre bate na porta, mas com ela a vida!
Abrimos para ambas, pois andam juntas,
São as mesmas. Mas notamos a morte.
Abraçamos a morte.
Choramos a morte.

E a vida?
Fica ali abandonada, gritando por um espaço para surgir.
Esperando um olhar, um abraço.

Nunca nos damos conta que a vida está ali e a morte nos oferece a oportunidade:
Para viver.


Parece estranho falar da Morte agora. Mas a dinâmica da vida está sempre ai, acontecendo. Hoje andei por caminhos que me fizeram pensar no final de muitas coisas, na necessidade de morrer, matar. Na Morte que me acomete todo o dia, mas que nego toda hora.
A gente nega a morte a ponto de não dar tempo para que ela fale com a gente - saber como morrer, o que morrer, para que morrer e para quem morrer!

CHIMARRÃO NA PRAIA

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Santa falta de vento.......dá até pra tomar chimarrão...sem ter de segurar a erva.
Só gaucho que gosta de chimarrão sabe o que é levar a bomba e a cuia pra beira da praia. Mas aqueles dias de vento são inesquecíveis.
Sabe aquela colocadinha de mão na cuia, e a mão fica toda verde!...dai é um passo para esfregar a mão na canga, na toalha, no biquíni!!! Bahh e daí deu né.... ficou manchada de erva.. verdinha, verdinha.

O vento bate a erva vem toda pra cima de ti, fica ali no teu peito grudada no bronzeador, acaba-se por parecer pizza de queijo cheia de orégano.

E o papel laminado na cuia??!!! Acaba com a tradição...vamos lá gente! Não dá. suco de chimarrão

Mas o pior...quem faz chimarrão preza pelo seu “morrinho”, morrinho é o montinho que fica da erva na cuia, quem faz tem todo o cuidado, dá uma batidinha aqui ou ali... coloca a bomba....mas no vento.. que montinho coisa nenhuma.. são duas tomadas ao vento e deu pro montinho, aquilo vira uma depressão. E o chima vira um suco de erva!

Mas ago…

CURSO GRATUITO VIA INTERNET

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Shalom

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Picolé ao vento

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Comer picolé na beira da praia em dia de vento
é como dividir o picolé com o vento.
Suas rajadas são como lambidas sem permissão.
Terminam com o saborear o gélido palito de coco, goiaba, uva, abacaxi ou limão.
Estabelece-se um luta, uma competição com o vento, para ver quem acaba primeiro com o picolé.
E o pior acontece: o vento ganha, o vento empurra as gotas do picolé para teu colo, para a tua roupa.
O vento rouba o doce sabor.
Ahh vento. Que leva tudo que é meu!

Ai jornal na praia...

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Praia lotada, graças a HaShem, sem vento, possível ler o jornal na beira da praia.
Sem aquelas folhas voando para todos os lados e a gente lutando contra cada pagina, começa a ler uma e acaba em outra. Um terror.
Até que bate aquele vento e as folhas vão uma a uma escapando de nossas mãos, e saem voando, e todos os seus valores ecológicos de não sujar a praia vão por maré a baixo.
Lá está seu jornal, espalhado na areia, e o que é pior...cada folha rola para um lado.
Daí tu pensa ecologicamente em sair correndo e juntar cada folha, quem sabe até rever teu jornal e terminar de ler aquela reportagem. Mas vem drama de deixar a sua cadeira ali vazia, suas coisas – carteira, celular e etc...
O que resta é apenas assistir ao vôo do jornal, quem sabe alguém vai pegar e ler algo, aproveitá-lo.
E lá se vai sua Zero Hora, Correio,.....E uma grande aprendizagem. Leia Livros na beira da praia. As folhas são presas e o livro é pesado, o vento não leva, e tu não passa vergonha!
Mesmo sem vento...leia um li…